From SuSE to Debian

October 31, 2006 on 12:58 am | In Debian, DebianBR, English, fromsusetodebian, migration | No Comments


aba, if you happen to receive some feedback on this subject, please let me know. A comment in this post or even a blog post from you in Planet Debian would be great.

Bloggind as there’s no comment support available in your blog.

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echnorati

Dunc-Tank : experimento inicia e oponentes ajudam atrapalhando

October 21, 2006 on 2:49 am | In DebianBR, Portuguese, duncbank, dunctank, qa | 1 Comment


Hoje se tornou público o fato de que o projeto Dunc-Tank iniciou seu experimento inicial. Em relação a parte do se tornou público, me refiro mais especificamente ao artigo do Linux.com sobre o caso. Particularmente, fiquei sabendo desse artigo pela citação ao mesmo no site LWN.net.

Um detalhe interessante que ocorreu e acabei não comentando (e que é comentado no artigo que citei acima) é o fato de que alguns oponentes do experimento inicial do projeto Dunc-Tank criaram um projeto-paródia, inclusive com um website bastante semelhante ao webiste do Dunc-Tank, chamado de Dunc-Bank.

A idéia do proejto Dunc-Bank é tentar se certificar que o Dunc-Tank (o parodiado) não dê certo, porque, segundo os criadores do Dunc-Bank, “a qualidade geral é mais importante do que manter promessas que outros fizeram por nós”, claramente uma referência a idéia de lançar o Etch em dezembro. Repare que, em momento algum, o projeto Dunc-Tank disse que o objetivo do projeto era lançar o Etch em dezembro a qualquer custo.

Na verdade, a descrição do experimento inicial do Dunc-Tank explicitamente cita que lançar o Etch é dependente de diversos fatores, como um instalador funcional, a infraestrutura de segurança pronta, suporte as arquiteturas planejadas e uma contagem baixa de bugs críticos.

Em sua luta para atrapalhar os objetivos do Dunc-Tank, seus opositores, os menbros do projeto Dunc-Bank, estão atuando fortemente em diversas frentes procurando por bugs em diversas àreas do projeto Debian e relatando bugs em uma velocidade bastante alta, com o intuito de evitar o lançamento do Etch em dezembro.

Muitos ficariam chateados com essa atitude mas, sinceramente, pessoalmente acho que isso é bom. Não só bom, mas muito bom. E, inclusive, até mesmo membros do parodiado Dunc-Tank parecem concordar que isso é algo positivo, já que trata-se de um grande trabalho de QA (quality assurance) sendo executado pelos participantes do Dunc-Bank, que já resultou no relato de diversos bugs críticos reais.

Inclusive, muitos desses bugs já foram corrigidos. No geral, isso garante aos usuários uma distribuição com maior qualidade, com menos bugs e mais confiável. Eu sou a favor do Dunc-Tank (o parodiado), mas tenho noção de que, apesar de achar que a idéia de bancar os relase managers é algo bom, o Etch não será lançado com uma qualidade inferior somente para confirmar o sucesso artificial do Dunc-Tank, até porque não é só o trabalho desse projeto que irá garantir o lançamento na data almejada, mas sim o trabalho conjunto de todos os voluntários do projeto Debian.

Pensando dessa forma, eu também sou a favor do projeto Dunc-Bank, não pela paródia, mas por concordar com a idéia de qualidade acima de prazos e pelo fato desse projeto estar trazendo mais qualidade ao Debian.

Longa vida Dunc-Tank ! Longa vida Dunc-Bank !

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echnorati

Debian e Mozilla : diferenças e mudanças de nomes

October 21, 2006 on 2:06 am | In DebianBR, Portuguese, disagreement, firefox, icedove, iceweasel, mozilla, thunderbird | 15 Comments


Talvez um dos tópicos mais discutidos dos últimos tempos, o caso entre a Mozilla Coporation e o projeto Debian a essa altura já deve ser do conhecimento de todos ou, pelo menos, da maioria do público que frequenta os agregadores onde este blog pode ser lido.

Para quem tem interesse pelos detalhes, o caso todo pode ser acompanhado em seus mínimos detalhes nos logs do bug aberto no sistema de acompanhamento de bugs do projeto Debian. Aliás, o bug em questão foi aberto por Mike Connor, representante da Mozilla Corporation.

Eu inicialmente pensei em não comentar nada sobre esse caso, visto que o mesmo já havia recebido atenção demais na mídia especializada. Mas meu último post tocou levemente nesse assunto, sem dar muitos detalhes, e recebi um comentário sobre o caso demonstrando interesse em conhecer maiores detalhes, além, é claro, de algumas pessoas na vida real (leia-se, não online) me questionarem sobre o assunto.

Vou tentar resumir bastante o caso e não ser muito técnico no assunto para não confundir ainda mais esse caso já bastante confunso. Um fato é que o projeto Debian já vinha distribuíndo o navegador FireFox há algum tempo com um logo diferente do logo original, devido ao logo original não ter uma licença compatível com a DFSG (a Definição Debian de Software Livre).

Na verdade, isso não é permitido pela Mozilla Corporation, a não ser que, junto com a mudança do logo, o nome do software distribuído (no caso, o FireFox) também fosse mudado para algo diferente de FireFox. Porém, a Mozilla Corporation havia concedido permissão ao Debian para usar um logo diferente sem precisar mudar o nome do software.

Pessoalmente, acho que o Debian tenha errado em aceitar essa concessão inicial porque, segundo a cláusula 8 da DFSG, uma concessão desse tipo não poderia ser específica para o Debian para que o software fosse considerado livre. Para referência, o texto completo da cláusula 8 da DFSG em sua tradução para nosso idioma segue abaixo :

A Licença não pode ser específica para o Debian

Os direitos atribuídos ao programa não podem depender do programa ser parte de um sistema Debian. Se o programa for extraído do Debian e usado ou distribuído sem o Debian, dentro dos termos da licença do programa, os mesmos direitos garantidos em conjunto ao sistema Debian deverão ser garantidos àqueles que o utilizam.

De qualquer forma, a concesão havia sido dada ao Debian e o projeto estava fazendo uso da mesma. Apesar de ser algo questionável, vamos ignorar o fato que isso por si só já seria algo que não deveria ser aceita inicialmente pelo Debian.

Porém, um problema ainda pior, segundo o raciocínio da Mozilla Coporation, é que o Debian aplica modificações nos pacotes do FireFox que distribui, assim como aplica modificações na grande maioria dos softwares que empacota e distribui como parte do sistema operacional Debian.

Segundo a Mozilla Corporation, o tipo de modificação que o Debian está aplicando em seus pacotes do FireFox são profundas o bastante e fogem ao escopo de modificações permitidas pela Mozilla Corporation sem que seja necessária aprovação oficial por parte da mesma.

Ou seja, caso o Debian quisesse continuar a distribuir suas modificações para o FireFox, as mesmas teriam que primeiro ser enviadas para a Mozilla Corporation para aprovação antes de poderem entrar nos pacotes FireFox do Debian. Isso mesmo, todas as modificações precisariam de aprovação prévia.

Até que ponto isso restringe a liberdade de inovar ou melhorar um software segundo sua vontade (e não segundo a vontade da Mozilla Corporation) é discutível, mas vamos também ignorar esse ponto. Afinal, a justificativa da Mozilla Corporation é que outras distribuições não vêem um problema nisso.

Vale a pena citar aqui que a Mozilla Corporation citou que distribuições como Fedora, Novell e Ubuntu não tinham um problema com essa política de revisão e aprovação prévia, mas, como pode ser visto no post de um dos mantenedores Debian do pacote do FireFox (mais especificamente, no Update 2), o Ubuntu usaria os mesmos patches e modificações feitas pelo Debian e isso parece não ser um problema para a Mozilla Corporation. Estranho que isso seja um problema quando o Deban é quem está envolvido.

De qualquer forma, voltando ao raciocínio, uma das razões pelas quais o Debian deseja ter a possibilidade de acrescentar patches e mudanças nos pacotes do FireFox (um resumo do tipo de mudanças que o Debian aplica pode ser conferido no post do mantenedor do pacote FireFox no Debian citado anteriormente) é ser capaz de aplicar patches de segurança.

A resposta oficial da Mozilla Corporation é que qualquer distribuição com a intenção de ter uma versão não vulnerável do FireFox deve simplesmente atualizar para a última versão disponível do FireFox, ignorando totalmente o fato de que uma nova versão não só corrije falhas de segurança mas também traz novas funcionalidades, o que vai totalmente contra a política do Debian de não introduzir modificações desse tipo em versões estáveis (conforme distribídos no Debian stable) de pacotes.

Para encurtar a história, basicamente, a Mozilla Corporation revogou a concesão que havia dado ao projeto Debian de usar um logo diferente e manter o nome FireFox e, além disso, deixou basicamente duas opções para o projeto Debian :

  • Ir contra todos seus princípios e sua política de atualizações, ferir a DFSG e usar o FireFox original, sem direito às modificações que o Debian gostaria de distribuir, sempre incluíndo a última versão do FireFox em versões estáveis do Debian ao invés de fornecer somente patches de segurança ;
  • Usar um logo diferente E um nome diferente para o FireFox distribuído pelo projeto Debian.

Aliás, para os realmente interessados, o link para a discussão no bug aberto pelo representante da Mozilla Coporation que indiquei no início deste post, caso lido com atenção, revela que o representante da Mozilla Coporation cita explícitamente que o uso da marca FireFox, da maneira como estava sendo usada pelo projeto Debian, não era permitida :

In that light, you should consider this, as I previously said, notice
that your usage of the trademark is not permitted in this way, and we
are expecting a resolution.  If your choice is to cease usage of the
trademark rather than bend the DFSG a little, that is your decision
to make.

Com a intimação dada, entre desrepeitar os documentos oficiais do projeto, que foram criados em conjunto pelos membros do projeto e representam a decisão conjunta do grupo (bend the DFSG a little) e usar um nome diferente, a decisão foi clara : usar um nome diferente.

E é isso que o projeto Debian está fazendo. Não somente com o FireFox, que vai passar a se chamar IceWeasel no Debian, mas também como o Thunderbird, que já foi modificado para IceDove no Debian. E, adicionalmente, a suíte Seamonkey, conforme distribuída pela Mozilla Corporation, caso entre no Debian, parece que vai ter o nome modificado para IceApe.

Isso causou todo tipo ruim de reação. Muitas pessoas disseram que a mudança de nome iria confundir os usuários e segmentar ainda mais o mítico mercado, que o FireFox era o único navegador em muitos anos que tinha a chance real de conseguir muito mais mercado (olha ele aí de novo) que aquele navegador proprietário empurrado goela abaixo dos usuários daquele sistema operacional proprietário e comercial e a mudança de nome atrapalharia a conquista de mercado.

Uau ! Isso está começando a ficar estranho. Percebeu algo estranho no texto acima ? De repente, liberdade não é mais um objetivo primário (então porque estamos falando de software livre ?), mas sim mindshare. A coisa estranha mercado foi usada três vezes na mesma frase. Até parece que não estamos falando de software livre aqui :-)

A velha história do “deixe um pouquinho de seus princípios de lado, seja um pouquinho mais razoável, deixe esse detalhezinho ou esse outro pra lá, porque os resultados imediatos são mais importantes”. O fato é que a Mozilla Coporation tem suas regras e procedimentos e o Debian também tem as suas regras, seus procedimentosnormas e suas crenças, e se a Mozilla Coporation não quer mudar de idéia, o Debian também não quer ir contra suas próprias crenças.

Com isso, se a situação atual de não mudança de nome for mantida, o Debian pode e certamente irá ter problemas legais, visto que a Mozilla Coporation tem recursos para começar a levar a questão para os tribunais e parece estar bastante inclinada a fazê-lo pelas discussões que ocorreram até o momento.

O estranho é que, para uma grande parte das pessoas, o Debian é o mal em pessoa devido a esse caso, mesmo sabendo que o que estão fazendo é simplesmente cumprir a lei, e a Mozilla Coporation está mais do que certa em aplicar suas medidas para proteção de marca, ao passo que o Debian está errado em defender aquilo que acredita.

Mundo estranho esse, não é ?

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echnorati

Bye bye Thunderbird, welcome IceDove

October 17, 2006 on 12:27 am | In DebianBR, Portuguese, icedove, iceweasel, transition | 7 Comments


As mudanças discutidas nos últimos dias já começam a aparecer em nossos sistemas :

Os pacotes a seguir não estão sendo utilizados e serão REMOVIDOS:
thunderbird
Os NOVOS pacotes a seguir serão automaticamente instalados:
icedove icedove-locale-pt-br icedove-typeaheadfind libicu36
Os pacotes a seguir foram mantidos:
libnss-mdns
Os NOVOS pacotes a seguir serão instalados:
icedove icedove-locale-pt-br icedove-typeaheadfind libicu36

O próximo passo será “Bye bye FireFox, welcomce IceWeasel“.

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Atualizando uma imagem ISO semanal do Debian

October 14, 2006 on 6:35 pm | In DebianBR, Portuguese, isoupdate, littletips, rsync, tips | 2 Comments


Se você é como eu, está sempre (ou melhor, sempre que tem tempo) testando as imagens semanais do Debian. Toda semana são geradas imagens ISO em formato de CD e DVD da próxima versão a ser lançada do Debian, no caso, o Etch.

Como eu ainda não tenho nenhuma máquina com leitor de DVD, uso a imagem ISO no formato de CD e somente a imagem para o primeiro CD. No caso dessa imagem, a mesma é gerada toda segunda-feira (portanto, melhor procurá-la na terça-feira dependendo do seu fuso horário) e disponibilizada junto às outras 20 imagens, completando um conjunto de 21 imagens de binários disponíveis (por isso só uso a primeira).

É meio insano ter que fazer o download de todos os (aproximadamente) 650MB toda a semana sendo que na verdade pouca coisa muda de uma semana para outra. Por isso, me acostumei a usar o rsync para atualizar a imagem da última semana para a imagem da semana em vigor.

Dessa forma, aproveita-se todo o conteúdo da última semana que não foi modificado na imagem da semana atual e o que é trazido são somente as diferenças entre as duas imagens. Resolvi colocar isso aqui para que as pessoas fiquem sabendo como isso pode ser feito e também porque eu vivo esquecendo como isso pode ser feito, o que me obriga a reaprender a cada semana.

Ok, sem mais delongas, o truque é, estando no diretório onde a imagem da última semana foi colocada, executar o comando a seguir, com um usuário que tenha permissões de gravação no arquivo que representa a imagem ISO já existente :

rsync -avz –progress –inplace rsync://cdimage.debian.org/cdimage/weekly-builds/i386/iso-cd/debian-testing-i386-binary-1.iso .

Importante : O comando acima deve ser executado em uma única linha. Reparem também o ponto no final do comando, ele é necessário.

Após executar o comando acima, um acompanhador de progresso será exibido para que você possa ter uma idéia de como o processo de atualização anda. Esse método economiza banda de rede e tempo.

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Resoluções gerais Debian : enxurrada de votações

October 13, 2006 on 11:51 pm | In DebianBR, Portuguese, dunctank, generalresolution, vote | No Comments


Ufa ! Faz alguns minutos que acabei de dar meu voto para todas as GR (General Resolutions) em andamente no Debian. Passei bastante tempo lendo propostas de resoluções gerais e suas emendas, lendo as discussões nas listas do projeto (geralmente na lista debian-vote), tentando entender ambos os lados e tentando formar minha opinião com base nisso tudo.

Preferencialmente, o voto deveria ser dado de maneira consciente, ou seja, você deveria entender bem os assuntos sendo discutidos, entender no que seu voto vai influenciar positiva ou negativamente (dependendo de sua escolha) e, finalmente, sem se deixar se influenciar por nenhum dos lados, votar conforme sua consciência e sua crença nos assuntos envolvidos.

Passei dias lendo todo o material e ainda não tenho certeza se votei corretamente (só o tempo irá dizer), mas tenho certeza que ao menos votei de acordo com minha interpretação da situação em cada um dos casos que irei comentar a seguir.

Temos quatro resoluções gerais para serem votadas até o final do dia de amanhã. Logicamente, o período de votação não começou hoje e, mais logicamente ainda, o período de discussão dos assuntos sendo votados já começou faz algum tempo.

Para quem gosta de detalhes, as assuntos para os quais temos que dar nossos votos até amanhã às 23:59 são :

  • DFSG #2 applies to all programmatic works
  • Nesse caso, devemos decidir se a cláusula 2 da Definição Debian de Software Livre é aplicável somente a software como a maioria das pessoas está acostumada a conhecer ou se a mesma também é aplicável a outros tipos de trabalhos que geralmente são utilizados em conjunto com software, como firmwares, por exemplo.

    Perceba que é bem difícil de realmente separar firmware de software na verdade e isso gerou muita discussão nas listas de discussão do projeto.

  • Handling source-less firmware in the Linux kernel
  • Nesse caso, devemos decidir o que fazer no caso de firmwares que não possuem código-fonte disponível. Perceba que, aparentemente, existem firmwares desse tipo sendo distribuídos no kernel Linux hoje em dia.

    Decidir distribuí-los é algo complicado porque podemos estar indo contra nossas próprias regras e contra a idéia de software com fontes disponíveis (mas firmware é software ? votação anterior) caso votemos por não requerer os fontes, mas também podemos estar prejudicando usuários que possuam hardware que precisem desse tipo firmware para ter suas máquinas funcionando caso votemos contra.

    Esses usuários ficariam sem suporte ao seu hardware e, no caso de precisarem do mesmo durante a instalação, praticamente ficariam abandonados e poderiam simplesmente deconsiderar o Debian como uma opção.

    Na minha opinião, é o voto mais difícil de todos os comentados nesse post.

  • GR: Recall the project leader
  • Este propõe um recall do líder de projeto atual, principalmente devido ao envolvimento do mesmo com o projeto Dunc-Tank e a crença de algumas pessoas de que não é possível separar os interesses do líder do projeto Debian de suas atividades no projeto Dunc-Tank, que foi proposto e não aceito como um projeto oficial, mas acabou sendo levado adiante como algo não-oficial.

    Algumas pessoas acham que o público em geral pode encarar o fato do líder de projeto Debian participar desse projeto (na verdade, ser o criador da idéia e participar ativamente na concretização da mesma) como prova de que trata-se de um projeto oficial, mesmo o projeto anunciando em seu site oficial que não trata-se do caso.

  • GR: Re-affirm support to the Debian Project Leader
  • Este é uma resposta de quem apóia e concorda com as idéias do proejto Dunc-Tank e vê as atividades do líder atual do projeto Debian como benéficas. A idéia é reafirmar o suporte ao mesmo e não distituí-lo do cargo, como é o caso da proposta anterior.

Como podem ver, são questões complicadas e não podem ser decididas de maneira simples. É certo que muitos ficarão descontentes independente do resultado dos votos em cada um dos casos acima, mas em um processo democrático é assim que a coisa funciona.

Hoje eu consegui enviar meus dois últimos votos sobre os casos acima, os dois primeiros casos explicados acima. Nos últimos dois casos listados acima eu já havia expressado minha opinião há alguns dias atrás.

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Planeta GNU/Linux Brasil

October 13, 2006 on 1:33 pm | In DebianBR, Portuguese, aksimet, planetagnulinuxbrail, plugins | 1 Comment


Descobri hoje que meus posts estão sendo sindicados pelo Planeta GNU/Linux Brasil. Trata-se de um agregador que reúne os planetas de diversos grupos de usuários e entusiastas nacionais, independente de distribuições. O amigo Og Maciel da comunidade Ubuntu-BR explica melhor a idéia do novo planeta em seu post sobre o assunto no Planeta Ubuntu Brasil.

Gostei da idéia. Estava mesmo procurando uma forma menos trabalhosa de ler os agregadores de diversas comunidades brasileiras e isso resolveu o problema. Antes que alguém comente, eu não gosto de ler blogs/planetas/whatever usando leitores de feeds RSS no desktop, como o Liferea e tantos outros existentes. Por algum motivo, ainda gosto de usar um navegador Web comum.

Percebi que o amigo Og Maciel posta no Planeta Ubuntu Brasil usando o Performancing, que eu já cheguei a usar há um tempo atrás. Na verdade, só parei de usá-lo porque não encontrei uma maneira fácil de adicionar tags (categorias na linguagem do Wordpress) aos meus posts além das categorias já criadas anteriormente pela interface de composição de posts do Wordpress.

Se o amigo Og Maciel ou qualquer outra pessoa que utilize o Performancing tiver uma dica de como criar novas tags diretamente pelo Performancing, eu até volto a considerar de novo o uso do Firefox como navegador padrão. Atualmente, uso o Epiphany como navegador padrão e estou mais do que contente com o mesmo. A única coisa que faz falta é ter algo como o Performancing como um plugin ara o Epiphany.

Ah ! E para informar : o Akismet que citei no post anterior já começou a funcionar, barrando spams reais nos comentários de meus posts. Valeu a pena criar uma conta no site Wordpress.com somente para ter acesso a uma chave para uso com o Akismet.

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Controle de spam em blogs : mais acessibilidade

October 12, 2006 on 11:49 pm | In DebianBR, Portuguese, Setup, aksimet, plugins | 2 Comments


Ok, eu sabia que mais cedo ou mais tarde eu iria acabar abandonando minha tática para barrar spam nos comentários de meu blog. Como eu havia dito no post que fiz sobre o assunto, o idéia de usar captcha não é politicamente correta pois deixa seu blog menos acessível (pense em acessibilidade).

Depois de alguns testes, também acabei percebendo que, além do problema de falta de acessibildade, o plugin de captcha que eu estava usando estava impedindo que trackbacks para meus posts funcionassem. Decidi que deveria mudar e acabei desabilitando o plugin que implementava captcha que usava até então.

Por enquanto, deixei habilitado somente o Akismet, um plugin que usa uma espécie de blacklist online para afastar spam em comentários. Sei que definitivamente não será tão eficiente quanto o plugin usado anteriormente, mas posso aceitar ter um pouco mais de trabalho administrativo para deixar meu blog mais acessível e não perder comentários potencialmente interessantes.

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BrOffice.org no Debian instalado por padrão

October 7, 2006 on 3:43 pm | In DebianBR, Portuguese, broffice, debian-installer, etch, tasksel | No Comments


Só para complementar o post do fike sobre o assunto , o BrOffice.org não só foi acrescentado oficialmente no Debian, mas também será instalado por padrão no lugar do OpenOffice.org caso a task Desktop System seja selecionada em uma nova instalação do Etch que esteja sendo feita no idioma Português Brasileiro.

Ah ! E a julgar pelas discussões na lista debian-boot e pelos patches já aplicados no repositório SVN do debian-installer, os nomes das tarefas no tasksel também vão passar a ser exibidos em Português do Brasil logo mais. A tradução já estava feita há um bom tempo, mas um bug estava mostrando os nomes das tarefas originais, em inglês, não só para Português do Brasil, mas para todos os idiomas.

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Etch a vista : prévia

October 7, 2006 on 12:22 am | In DebianBR, Portuguese, debian-installer, etch, preview, update-manager | 2 Comments


Hoje fiz um teste de instalação do futuro Debian GNU/Linux 4.0, codinome Etch, que esperamos estar disponível ainda em Dezembro deste ano.

Usei a imagem ISO do primeiro CD da última weekly-build disponível (02/10/2006) em uma máquina virtual de testes que configurei somente para isso. Testei uma instalação deixando o particionador trabalhar sozinho criando um layout de particionamento usando LVM de forma automática e somente aceitei o layout proposto.

Durante a seleção de softwares (tasksel), selecionei somente as tarefas de Sistema Desktop (Desktop System) e Sistema Padrão (Standard System). Ápós o download a instalação dos pacotes, encontrei um problema menor que consegui corrigir e prosseguir com a instalação.

Ainda tenho que testar uma imagem diária para verificar se o erro já foi corrigido e relatar o erro caso não tenha, mas tenho fé que já esteja corrigido. De qualquer forma, fiquei surpreso com o que vi após finalizar a instalação.

A instalação agora é toda feita em um único estágio (ou seja, acabou o esquema antigo debian-installer-reboot-base-config), vários problemas menores que não eram o fim do mundo mas atrapalhavam foram corrigidos e, o melhor de tudo, o X.Org com um GNOME extremamente bem configurado por padrão já sobe sem configuração quase nenhuma.

Eu gostaria de parabenizar a equipe do debian-installer, mas também gostaria de parabenizar principalmente o pessoal do subprojeto Debian Desktop, e mais especificamente nosso amigo Gustavo Franco (stratus) que trabalhou duro para criar um tasksel que fornecesse um ambiente desktop completo e bastante funcional.

E, claro, sempre ele, Joey Hess, que foi sempre rápido ao incorporar os patches e sugestões de nosso amigo stratus. Infelizmente, não vamos ter um Etch com o GNOME 2.16, mas podem ter certeza que nosso GNOME 2.14 já está bastante completo e muito amigável.

O desktop já veio prontinho, com o GNOME completo, muito bem configurado, e com softwares para tudo o que um usuário comum desktop precisa : navegador Web, leitor de e-mail, player de vídeo, player de músicas, mensageiro instantâneo, software gravador de CDs, suíte de escritório completa e muito mais.

Para dar um toque ainda mais profissional e oferecer ainda mais facilidade ao usuário final, o update-manager completamente funcional já acoplado ao painel do GNOME por padrão, lhe avisando de atualizações disponíveis e lhe permitindo instalá-las, tudo de forma gráfica, sem a necessidade de recorrer a linha de comando para nada.

Obrigado ao pessoal do Ubuntu por criar o update-manager e ao kov por empacotá-lo para o Debian e deixá-lo funcionando tinindo para o Etch. Resumindo : de difícil o Debian não tinha nada e, agora, além de estar mais fácil de instalar ainda, está bem mais amigável.

Que venha o Etch :-)

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